A integração com o Microsoft Intune existe para ambientes que já usam o ecossistema Microsoft e não querem migrar tudo de uma vez. Em vez de substituir o Intune, a Zonix EM envia o estado de conformidade dos dispositivos Android gerenciados por ela para o Intune, de modo que as políticas de acesso condicional que a empresa já mantém continuem valendo.
A configuração é feita por organização, com as credenciais do Azure (identificador do tenant, identificador do cliente e segredo). O segredo é armazenado criptografado. A sincronização roda automaticamente a cada seis horas e também pode ser disparada sob demanda pelo console.
A habilitação da integração passa por uma aprovação administrativa da Zonix EM antes de ficar ativa na organização.
Eventos e automação de workflows
A plataforma emite eventos para automação externa, cobrindo tanto o ciclo de vida da conta quanto o dos dispositivos. Isso permite conectar a Zonix EM a ferramentas de automação sem escrever um serviço intermediário.
A entrega dos eventos tem repetição em caso de falha, então uma indisponibilidade momentânea do destino não significa perda do evento.
— Ciclo de vida da organização: criação, suspensão, reativação e cancelamento.
— Ciclo de vida do período de teste: proximidade do fim e expiração.
— Cobrança: pagamento recusado, pagamento confirmado, assinatura criada e cancelada.
— Dispositivos: enrollment, remoção da gestão, alertas, modo perdido, apagamento e execução de comandos.
Notificações do Google Pub/Sub
Para receber as mudanças de estado dos dispositivos em tempo real, a plataforma provisiona um tópico e uma assinatura do Google Cloud Pub/Sub por organização e recebe as notificações da Android Management API por webhook.
Essa peça é interna ao funcionamento da plataforma e não exige configuração manual no uso normal — mas conhecer sua existência ajuda a entender por que o estado de um aparelho pode demorar a refletir uma mudança feita fora do console.
API da plataforma
A plataforma expõe uma API versionada (v1) que cobre as mesmas operações centrais do console. Ela é usada hoje pelo próprio console e o acesso é controlado por um recurso de plano: organizações em planos sem esse recurso não têm a API liberada.
— Dispositivos: consulta, atualização, remoção, localização e eventos de geofence.
— Comandos de dispositivo e acompanhamento das operações assíncronas, incluindo cancelamento.
— Políticas: listagem, criação a partir dos quatro modos de gestão e gerenciamento dos aplicativos da política.
— Tokens de enrollment: criação, listagem e consulta.
— Geofences e políticas de geofencing.
— Aplicativos aprovados e o esquema de configuração gerenciada de cada app.
Enquanto isso, integrações que precisam reagir a eventos da plataforma são melhor atendidas pelos eventos de automação descritos acima, que já funcionam sem credencial interativa.
Informação necessária do responsável
A autenticação da API hoje é feita pela sessão autenticada do console — ainda não há emissão de chaves ou tokens de API para uso por sistemas externos. A disponibilização de credenciais de máquina, e a documentação de endpoint que faria sentido publicar junto, dependem de definição do responsável pelo produto.